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04 junio 2017
01 febrero 2017
Gaspar Ventura pone nota a su trabajo By Enrique Toste
Gaspar Ventura pone nota a su trabajo
By Enrique Tostehttp://waterpolista.com/gaspar-ventura-hace-balance/

Como miembro de la Junta Directiva entró con la llegada de Fernando Carpena a la presidencia de la Real Federación Española de Natación (RFEN) en 2008. Sin embargo, desde mucho antes la relación entre Federación y Gaspar Ventura era sumamente estrecha. Desde 1992, el que fuera máximo responsable del área de waterpolo en los últimos ocho años, ha venido manteniendo una vinculación directa con diferentes órganos federativos a nivel nacional, así como a nivel autonómico por medio de la Federación Catalana de Natación (FCN). Ahora Ventura, que ha cedido el testigo a Ángel Moliner por decisión expresa de Carpena, repasa en WATERPOLISTA.com su trayectoria como cabeza visible de esta disciplina deportiva.
Como miembro de la Junta Directiva entró con la llegada de Fernando Carpena a la presidencia de la Real Federación Española de Natación (RFEN) en 2008. Sin embargo, desde mucho antes la relación entre Federación y Gaspar Ventura era sumamente estrecha. Desde 1992, el que fuera máximo responsable del área de waterpolo en los últimos ocho años, ha venido manteniendo una vinculación directa con diferentes órganos federativos a nivel nacional, así como a nivel autonómico por medio de la Federación Catalana de Natación (FCN). Ahora Ventura, que ha cedido el testigo a Ángel Moliner por decisión expresa de Carpena, repasa en WATERPOLISTA.com su trayectoria como cabeza visible de esta disciplina deportiva.
05 diciembre 2015
Entrevista a Borja Marcos (01/12/2015)
Entrevista a Borja Marcos
Publicada el 01/12/2015
http://www.silbanding.com/blog/borja-marcos-arbitro-waterpolo
Borja Marcos Rodero, nació en Madrid el 18/11/1980, siendo el menor de dos hermanos. Destacó ya de pequeño en cole por su afición a la ciencia y a los deportes.
Cursó estudios de Ingeniería Eléctrica, profesión que compagina en la actualidad con su actividad arbitral en la Liga Nacional de Waterpolo, competición que dirige desde la temporada 2009-2010.
15 noviembre 2015
16 octubre 2015
Quim Fernández (www.silbanding.com)
Entrevista a Quim Fernández
Publicada el 16/10/2015
Joaquín Fernández Escolá, nació en Barcelona el 05/04/1958. Destacó ya de pequeño en cole por su habilidad en sacar buenas notas y pasar desapercibido.
Cursó estudios de Magisterio profesión que compaginó con su actividad arbitral desde 1978 hasta 2013.
Pasemos a conocerlo un poco más. Quim, empezamos. Are You ready? 
06 junio 2015
Natacha Florestano árbitra de Polo Aquático (Brasil)
Conheça a história de Natacha Florestano com o Polo Aquático
BY FERNANDA · 22 DE MAIO DE 2015
A nossa entrevistada de hoje é Natacha Florestano, árbitra de polo aquático. Ela que é a unica arbitra mulher da América do Sul na modalidade e quem vem batalhando e mostrando a força que as mulheres também tem nessa area. Na nossa entrevista Natacha conta sobre a sua história na modalidade, seus objetivos e várias outras novidades. Leia a entrevista e no final vejam o vídeo que a Natacha enviou exclusivamente para o Portal Esporte Net.
Portal Esporte Net: Como você iniciou sua história no Polo Aquático?
Natacha Florestano: Eu iniciei minha carreira no Esporte Clube Pinheiros como jogadora da primeira equipe feminina formada no clube. Eu era nadadora, já me aposentando, e um grupo de ex nadadoras juntamente com o diretor da epoca, Sr Kiko Carotini, resolveram formar umas equipe de polo aquatico e me chamaram para fazer parte. Infelizmente minha carreira durou pouco, apenas 5 anos, dos 17 aos 22 anos. Na época o esporte era totalmente amador, ganhávamos apenas vale lanche para jogar e eu tive que parar para trabalhar, eu mesma pagava a minha faculdade, cursei Educação Física.
Portal Esporte Net: Quando era jogadora da modalidade você disputou competições nacionais e internacionais? Qual foi a mais importante?
Natacha Florestano: Eu participei de vários campeonatos estaduais e nacionais, fui campeã dos dois campeonatos. Na minha curta carreira de atleta, 5 anos, eu fui jogadora da seleção, participando de treinamentos internacionais e de 2 Copa Internacional de São paulo. e na seleção nacional, fui bi campeã sulamericana.
Portal Esporte Net: Qual era sua posição na seleção?
Natacha Florestano: Tanto na seleção quanto no clube jogava como marcadora de centro na defesa e no ataque na posição 3, armadora, ou na posição 1, ponta ruim.
Portal Esporte Net: Hoje você é arbitra de polo aquático, como foi sua transferência de atleta á arbitra?
Natacha Florestano: Como sempre gostei de esporte, meus pais foram grandes incentivadores, e o polo aquático minha grande paixão, quando eu parei de jogar tive que conseguir uma maneira para eu não me afastar do meu grande amor, foi quando eu procurei a Federação Paulista de Natação atual Federação Aquática Paulista para eu fazer o curso de mesária de polo aquático. Aos 22 anos, mudei de atleta a mesária e assim permaneci ate 2005 quando fui chamada para ser supervisora da Seleção Feminina. Eu, não queria me distanciar do esporte de maneira alguma. Em 2009 o diretor de polo aquático da confederação brasileira de desportos aquáticos,CBDA, Roberto Cabral e o supervisor de polo aquático da CBDA, Ricardo Cabral, me convidaram a ser arbitra incentivados pelo fato da Federação Internacional apoiar a existência de arbitras em todos os países que tiver o esporte. E assim, então, fiz curso e me tornei arbitra nacional. Em 2010 participei do meu primeiro campeonato internacional.
Portal Esporte Net: Por ter sido atleta ficou ainda mais fácil a se tornar uma boa arbitra de polo aquático?
Natacha Florestano: Com certeza eu ter sido atleta e eu nunca ter me afastado do esporte, me ajudou demais em eu me tornar uma boa arbitra. O polo aquático tem muitas regras, muitas interpretações e ainda tem o agravante de muita coisa acontecer embaixo d’água, ou seja, não é fácil apitar o esporte.
Portal Esporte Net: Você é a única mulher da América do Sul a apitar jogos de pólo aquático. Como você se sente por este feito?
Natacha Florestano: Me sinto como se estivesse quebrando uma grande barreira, pois ate hoje o esporte é muito machista e dominado pelos homens. Sinto também que a responsabilidade dobra, afinal eu sou a representante FEMININA.
Portal Esporte Net: Acredita que poderia ter mais mulheres apitando jogos de polo também? O que falta para que este número de mulheres arbitra aumente?
Natacha Florestano: Acredito sim que este numero poderia ser maior. Na verdade entendo a falta de mulheres apitando, pelo menos em São Paulo. Os jogos são a noite e tarde da noite, costumam terminar por volta das 22.15 e aos finais de semana. O brasileiro ainda é muito machista, ou seja, a mulher querendo ou não é a dona da casa é quem tem que estar presente quando os filhos voltam da escola e quando o marido retorna pra casa. Ainda temos o problema de transito pois para quem trabalha não é fácil conseguir chegar no jogo por volta das 20.30h. Eu consigo pois sou autônoma, faço os meus horários e os fiz para poder apitar. Temos também o agravante de apitar ao lado de homens grandes que muitas vezes passam nos encarando, nos intimidando, não é nada fácil lidar com isso. O que falta para esse numero crescer???? apenas mais mulheres quererem!!!!!
Portal Esporte Net: Quais as principais competições que você apitou?
Natacha Florestano: Sul Americano de Esportes Aquáticos Junior Masculino e Feminino
Pan America Junior de Polo Aquático Masculino e Feminino
Classificatório para o Mundial Adulto Masculino e Feminino
Mundial Junior de Polo Aquático Feminino.
Portal Esporte Net: Como árbitra qual o seu maior sonho?
Apitar uma olimpíada.
Natacha Florestano: Sul Americano de Esportes Aquáticos Junior Masculino e Feminino
Pan America Junior de Polo Aquático Masculino e Feminino
Classificatório para o Mundial Adulto Masculino e Feminino
Mundial Junior de Polo Aquático Feminino.
Portal Esporte Net: Como árbitra qual o seu maior sonho?
Apitar uma olimpíada.
26 enero 2015
Women´s World League Europe , Day 3 , 27/01/15
PRELIMINARIES
| EUROPE | |||||||||||||||||||||||
| Round 1 | |||||||||||||||||||||||
| ITA | vs | FRA | 12-5 | ||||||||||||||||||||
| RUS | vs | HUN | 13-11 (after penalty) | ||||||||||||||||||||
| ESP | vs | GER | 18-6 | ||||||||||||||||||||
| GRE | vs | NED | 11-12 | ||||||||||||||||||||
| Round 2 | |||||||||||||||||||||||
| HUN | vs | ITA | 9-11 | ||||||||||||||||||||
| FRA | vs | RUS | 4-15 | ||||||||||||||||||||
| NED | vs | ESP | 10-6 | ||||||||||||||||||||
| GER | vs | GRE | 7-20 | ||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||
Big win for Russia means first place in group A
By: Tim Hartog National Teams, World League
A big win for Russia over 2012 European champions Italy on day 3 of the women's World League Europe prelims means they now lead group A. The Russian ladies, in Kirishi, used a good start and run in the 3rd period to edge the Tania di Mario less Italian side 11-8. The victory comes in time as now Russia is leading the group and despite in good position to get to the Super Final, stil has the away game vs. the Italians in the city of Avezzano on the final day 6 which could very well mean the group's final rankings could be decided in a head-to-head duel on April 21. In the other match Hungary did what was expected by beating a young France team 14-5. Meanwhile in group B the Netherlands marched on. In the Northern city of Drachten Germany was crushed 30-4 in a blowout victory. The big match-up behind the group leaders saw Greece, despite playing without injured Antigoni Roumpesi, upsetting Spain 10-7 so that the Netherlands-Greece match-up on day 4 (February 24) in Gouda could decide the group's outcome and Super Final representative. Veteran Alkisti Avramidou led all scorers with 3 for Greece in the big victory while Chrystina Tsoukala added 2. Anna Espar scored 2 for the reigning European and world champions who are now likely to have dropped out of the race for a Super Final berth.
FINA Women's World League 2014-2015
Europe preliminary round 3
Tuesday, 27-01:
Russia vs. Italy 11-8 (3-1, 4-5, 3-1, 1-1) - in Kirishi, Russia
Hungary vs. France 14-5 (3-2, 2-0, 4-2, 5-1) - in Györ, Hungary
Greece vs. Spain 10-7 (1-0, 3-4, 3-1, 3-2) - in Athens, Greece
Netherlands vs. Germany 30-4 (8-1, 8-0, 7-2, 7-1) - in Drachten, Netherlands
The standings are now as follows:
Group A
1. Russia 3 - 8 pts
2. Italy 3 - 6
3. Hungary 3 - 4
4. France 3 - 0
Group B
1. The Netherlands 3 - 9 pts
2. Greece 3 - 6
3. Spain 3 - 3
4. Germany 3 - 0
Auckland (NZL) will stage the women's Intercontinental Tournament for Africa, the Americas, Asia and Oceania from April 28 to May 3, 2015 with the following teams:
GROUP A – China, Brazil, USA, Kazakhstan
GROUP B – New Zealand, Japan, Australia, Canada.



España pierde en Atenas ante Grecia (10—7)
27/01/2015 - El combinado nacional femenino ha perdido en su visita a Atenas en el marco de la tercera jornada de la World League de waterpolo. España ha estado con opciones hasta el tramo final del partido, cuando las griegas, espoleadas por su público, han conseguido distanciarse para terminar consiguiendo un 10—7 que las deja segundas de grupo con seis puntos, tres más que la selección española, tercera con tres.
El encuentro ha sido desde el inicio muy equilibrado en cuanto a fuerzas e intensidad. Las griegas se han adelantado por la mínima en el primer periodo (1-0), sumamente igualado y en el que las defensas se han impuesto a los ataques. Ha comenzado el segundo con una diana de Marta Bach, a la que ha respondido de manera casi inmediata la griega Tsoukala. Se han ido sucediendo los goles en unos segundos ocho minutos mucho más animados. El tanto de Laura López antes del descanso ha dejado el 4-4 en el marcador.
EL ACIERTO GRIEGO EN LAS SUPERIORIDADES, CLAVE
Tras la reanudación se han puesto por primera vez por delante las nuestras con un gol obra de Maica García (4-5). A partir de ahí, parcial de 3-0 para el combinado heleno, que conseguía encarar el periodo final dos tantos por delante en el electrónico (7-5). Las griegas han aprovechado su mayor acierto en jugadas en superioridad para poner esa ventaja que, a la postre, sería definitiva.
Los últimos ocho minutos han comenzado con un jarro de agua fría para la selección dirigida por Miki Oca, que ha visto como los tantos de Tsoukala y Plevitrou dejaban un complicado 9-5. Quedaban 4´31" para el final, pero España no se ha rendido, acercándose de nuevo a solo dos goles tras las dos dianas de Anna Espar y la zaragozana Andrea Blas. Aún se podía creer, pero las helenas han sofocado la reacción con el gol definitivo de Manolioudaki.
La próxima cita de las nuestras será el próximo 24 de febrero en Chemnitz (Alemania) en la cuarta jornada de la Liga Mundial.
FICHA DEL PARTIDO:
Parciales: 1-0, 3-4, 3-1 y 3-2
Árbitros: Dreval (RUS) y Szekely (HUN)
España: Laura Ester, Marta Bach (1), Anna Espar (2), Laura Vicente, Mati Ortiz (1), Bea Ortiz, Lorena Miranda, Pili Peña, Andrea Blas (1), Ona Meseguer, Maica García (1), Laura López (1) y Patricia Herrera. Entrenador: Miki Oca.
Comunicación RFEN. Foto: Miki Oca y sus jugadoras en un tiempo muerto del partido en Atenas / RFEN

Miki Oca: "La clave, los goles en superioridad"
27/01/2015 - Miki Oca nos atendió como siempre en nuestra virtual "zona mixta" de Atenas tras la derrota de España por 10—7 esta tarde en la tercera jornada de la Liga Mundial femenina. Para el seleccionador español, la clave de la derrota en Grecia ha estado en "los goles en superioridad. Ellas han hecho seis por solo uno nosotros. No ha sido posible".
Oca nos comentó que “el comienzo del partido ha sido muy igualado, sobre todo las dos primeras partes y hasta el final de tercera. Es ahí cuando nos han abierto hueco con tres goles seguidos. La diferencia, -repite-, es que no hemos tenido acierto en uno más –solo hemos hecho 1 de 7 y ellas han aprovechado las suyas, es decir, 4 de 7, lo que unido a dos penalties ofrecen un resultado de 6 goles a su favor en superioridad".
En cuanto al factor cancha y la presión de jugar en aguas griegas, Miki Oca lo ha visto “normal, nos esperaban con todo, como nosotros hacemos en casa, y además Grecia -campeona del Mundo en Shanghái 2011- es un equipo peligroso que juega muy bien a waterpolo. Tenemos que seguir ajustando cosas, en eso ha sido un poco parecido al día de Holanda. Pero en actitud y entrega nuestra un diez, con un equipo que lo ha dado todo y con unas jóvenes que van aportando y haciendo crecer al grupo”.
Comunicación RFEN. Foto: Miki Oca, seleccionador español / RFEN
NED-GER
RUS-ITA

HUN-GRE
07 enero 2015
“Parece mentira que haya padres que pierdan los papeles con los árbitros ” (Mundo del Arbitraje)
Mundo del Arbitraje un blog para árbitros.
miércoles, 7 de enero de 2015
“Parece mentira que haya padres que pierdan los papeles con
los árbitros ”
Entrevista
El ex árbitro
onubense repasa con Viva Huelva su etapa en los terrenos de juego de Tercera
división y en categoría nacional.
división y en categoría nacional.
Niega toda
percepción de la sociedad en que se pueda comprar a un árbitro y se pregunta
cómo puede seguir existiendo violencia en algunos partidos de prebenjamines o alevines
en pleno siglo XXI. Admite que Huelva cuenta con 200 colegiados y anima a que esta
cifra aumente en las próximas fechas, ya que jóvenes con 13 años pueden formar parte
del Colegio de Árbitros de la provincia onubense.
cómo puede seguir existiendo violencia en algunos partidos de prebenjamines o alevines
en pleno siglo XXI. Admite que Huelva cuenta con 200 colegiados y anima a que esta
cifra aumente en las próximas fechas, ya que jóvenes con 13 años pueden formar parte
del Colegio de Árbitros de la provincia onubense.
Al ex árbitro de fútbol onubense, Rafael Flores Ortega, le conocemos desde hace más
de treinta años por su labor deportiva en esta actividad. Rafael consiguió pitar
en categoría nacional,
Tercera división y siempre destacó por ser ecuánime, oidor e inequívoco en esa
décima de segundos en sus decisiones. Flores Ortega, en la actualidad, es el delegado
provincial del Colegio de árbitros de fútbol de Huelva.
–Desde los catorce
años. Recuerdo que viajaba con mi cuñado que era árbitro y asistía
a los partidos que él pitaba.
a los partidos que él pitaba.
Lo acompañaba siempre y se me metió el
gusanillo en el cuerpo.
¿Recuerdas el primer partido que pitaste?
–Debuté oficialmente en la Ciudad Deportiva de el Conquero con Luis Moreno Rull.
Me sentí al principio muy nervioso pero también muy contento por la responsabilidad.
¿Cómo fue eso de hacerte cargo del Colegio de árbitros?
–Hace algunos años me lo ofrecieron, pero no deseaba el cargo para figurar y sí que la labor
la hicieran otros. Ahora acepté porque pregunté que si el anterior delegado iba a continuar,
me comunicaron que se marchaba y fue por eso por lo que acepté el cargo.
¿Algún partido que hayas pitado y que no olvidas?
–Cuando salí de auxiliar de banda debutando en Primera División, en una partido entre
el Sabadell y el Osasuna, que dirigió el colegiado onubense, Caetano Bueno, adscrito
al Colegio de Sevilla.
¿Cómo estás viendo el arbitraje en estos momentos?
–Lo veo desde dentro y observo la preparación física y teórica de los chavales.
Visto desde otros niveles también es muy buena.
Se viven unos momentos muy buenos en los
colegiados.
¿Le das credibilidad a que se llegue a comprar a un árbitro?
–Nunca. Un árbitro cuando sale al campo lo hace concienciado y con toda la responsabilidad
que asume.
¿La agresividad que
se vive en estos momentos en la sociedad puede tener como válvula
de escape el fútbol?
de escape el fútbol?
–Sí, veo algunos partidos de prebenjamines y de alevines de fútbol siete. Parece mentira
que a estas alturas hayan padres que pierdan los papeles. En otras categorías el pasado año
hubo un grave incidente, pero este año la cosa va bien.
¿Resulta complicado arbitrar en los escalafones inferiores?
–Es muy complicado. Igual que los jugadores aprenden, los árbitros también.
Todos los domingos veo partidos y observo cómo los jugadores no ayudan a los árbitros
y protestan continuamente mirando sus intereses.
¿A qué se debe que en
estas categorías se invadan los terrenos de juego y se agredan
a los jugadores?
a los jugadores?
–Pienso que la agresividad que llevamos dentro, por el más mínimo contacto entre dos jugadores,
la echan hacia fuera y llegan a saltar al campo.
¿Qué juicio te merece
la rivalidad entre los equipos?
–Siempre que sea buena suele ser beneficiosa. Es una manera de engrandecer este deporte
para que asistan más aficionados a los terrenos de juego. De esta manera lo que triunfa es el fútbol,
de la otra forma se vuelve peligrosa la rivalidad.
¿Con cuántos árbitros
cuenta el colegio de Huelva?
–Actualmente contamos con unos doscientos árbitros repartidos entre las diferentes categorías.
¿Desde qué edad pueden entrar a formar parte del colegio?
–Pues desde los trece años hasta los cuarenta y siete, que es la edad tope en la que puede
estar activo un árbitro.
¿Qué valoración le
das hoy día al fútbol modesto?
–Veo que hay cada vez más equipos más integrados de jugadores de fútbol y eso se debe también
gracias a que hay más licencias de fútbol por el buen trabajo que hace la Federación onubense
de este deporte.
¿Es el fútbol la
pasión de tu vida?
–Sobre todo el arbitraje y valoro más la labor que hice antes.
¿Si nacieras de nuevo
volverías a ser árbitro de fútbol?
–Lo llevo en los genes desde los once años. Quiero agradecerte ahora que me das la oportunidad
de que fuiste el periodista que me entrevistó tras mi retirada y el que me hace la primera entrevista
como delegado del colegio de árbitros.
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